Rio Mondego
 
  • O rio Mondego é um dos mais importantes de Portugal. Ao contrário dos outros, também grandes, como o Tejo, o Douro e o Guadiana, o Mondego nasce em Portugal, na Serra da Estrela, e desagua na Figueira da Foz.

  • Quando nasce, ainda é muito pequeno e tem o nome de Mondeguinho. Depois percorre 277 quilómetros, tornando-se um dos maiores rios portugueses.

  • A nascente é a 1425 metros de altitude, o que é bem alto (o ponto mais alto da Serra da Estrela tem 1991 metros), e segue um caminho com paisagens sempre diferentes até ao mar. As paisagens que o compõem vão desde as montanhas rochosas, a vales cheios de erva e lugares mais planos, onde a água corre calma.

  • Por esta razão, o rio Mondego foi fonte de inspiração para muitos escritores e poetas. O mais conhecido foi Camões, que escreveu um soneto, uma espécie de poema, sobre este rio.

  • O rio Mondego já é falado por viajantes e historiadores desde a época dos romanos. Todos concordavam que este rio era muito belo e rico, uma verdadeira maravilha da Natureza.

  • Mas nem todos concordavam com o nome que lhe davam: uns chamavam-lhe Munda, outros Minium e alguns chamavam-lhe Mondeco - estavam lá quase!

  • Por ser tão rico, este rio ajuda os agricultores das zonas por onde passa, fornecendo toda a água de que precisam. No entanto, ele também pode prejudicar: quando chove muito o rio enche demais e as cheias estragam o que está nas margens do rio.

  • Mas o problema não é só a chuva, os homens também são os culpados por o rio transbordar. Como abusam das capacidades do Mondego, as margens vão ficando mais moles e não conseguem canalizar a água sempre pelo mesmo caminho, o que também faz aumentar os prejuízos causados pelas cheias.


 

 


 
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