Nuno Álvares Pereira (cont.)


  • Em 1388 iniciou a edificação da capela de São Jorge de Aljubarrota e, em 1389, a do convento do Carmo, em Lisboa, onde se instalaram os frades da ordem do Carmo, no ano de 1397.

  • Tornou-se rico e poderoso, mas soube dividir com os seus companheiros de armas grande parte das terras que lhe foram doadas. No fim da vida, teve o cuidado de repartir também pelos netos os seus domínios e títulos.

  • Sabias que a sua vida de soldado não acabou com a crise de 1383/85?
    Ainda participou na conquista de Ceuta, em 1415, onde mostrou novamente o seu grande valor.

  • Nunca perdeu uma batalha que fosse liderada por si. Conta-se que a sua espada, que tinha o nome de Maria gravado, lhe dava a devida protecção.

  • Nuno Álvares Pereira acabou a sua vida ligado à Igreja.
    Depois de ficar viúvo entrou para o Mosteiro do Carmo em 1423, por ele fundado, mudando o nome para frade Nuno de Santa Maria.

  • Por ter dedicado os seus últimos dias à Igreja e a ajudar os mais pobres, depois da sua morte, em 1431, o povo começou a chamá-lo de Santo Condestável.
    Este título não era verdadeiro, mas ficou perto de o ser com a sua beatificação em 1918.

  • Foi mais tarde canonizado como «São Nuno de Santa Maria» pelo Papa Bento XVI no dia 26 de Abril de 2009, tornando-se verdadeiramente no «Santo Condestável».

  • Uma das filhas de Nuno Álvares Pereira casou com D. Afonso, um dos filhos de D. João I, dando início à Casa de Bragança, uma família que reinou em Portugal e da qual é descendente D. Duarte de Bragança.
 
 

 


 
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