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Actualmente, o Carnaval quase desapareceu
da Europa, onde já teve grande importância
em vários lugares.
- O
Carnaval português, que foi exportado
para as antigas colónias, em especial
para o Brasil (por volta de 1723),
e sempre teve características bem
diferentes do de outros países da
Europa, sendo reconhecido até mesmo
por autores portugueses como uma
festa cujas características principais
eram a porcaria e a violência.
O Carnaval de antigamente não era
como hoje um desfile de corsos e
meninas a dançar com pouca roupa,
como no Carnaval brasileiro. (Não
nos podemos esquecer que na altura
do Carnaval, no Brasil é Verão,
mas cá não, brrrr...)
- As
pessoas mascaravam-se, pregavam
partidas, gozavam com as outras
pessoas pois estando disfarçadas
podiam fazê-lo sem serem reconhecidas.
- Faziam
"assaltos", que era irem ter com
alguém em especial (de que se gosta
- ou não -) e fazer-lhe a vida negra
para se gozar com essa pessoa até
se fartar, deixando tudo em desalinho.
O Carnaval de cada terra tinha o
seu rei, o Rei Momo, que também
tem uma rainha. A corte tem vários
ministros (a fingirem ques estão
sempre bêbedos) e imensas "matrafonas",
que são homens vestidos de forma
ridícula ou de mulher.
- Normalmente
há zés-pereiras que acompanham e
animam o desfile, a tocar bombo,
ou "tropas fandangas" também a tocar
e a fazer disparates. Também aparecem
gigantones e outros disfarces.
- Hoje
em dia Portugal ainda tem Carnavais
com muita força e tradição: Ovar,
Torres Vedras, Alcobaça, Loulé...
E muitos mais, pois por todo o lado
se brinca e se organizam festejos
e bailes de Carnaval.
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